sábado, 13 de setembro de 2008

Si no te hubieras ido

Si no te hubieras ido
Maná
Composição: Osvaldo Cuenca Ocampo

Te extraño más que nunca y no se que hacer
despierto y te recuerdo al amanecer
espera otro dia por vivir sin ti
el espejo no miente me veo tan diferente
me haces falta tú.

La gente pasa y pasa siempre tan igual
el ritmo de la vida me parece mal
era tan diferente cuando estabas tú
sé que era diferente cuando estabas tu.

No hay nada mas difícil que vivir sin ti
sufriendo en la espera de verte llegar
el frío de mi cuerpo pregunta por ti
y ¿no se dónde estás?
si no te hubieras ido seria tan feliz

La gente pasa y pasa siempre tan igual
el ritmo de la vida me parece mal
era tan diferente cuando estabas tú
sé que era diferente cuando estabas tú

sábado, 31 de maio de 2008

Saudade são águas passadas que se acumulam em nossos corações,
inundam nossos pensamentos,
transbordam por nossos olhos,
deslizam em gotículas de lembranças que por fim,
morrem na realidade de nossos lábios.

sábado, 19 de abril de 2008

A FORÇA DO AMOR

Eram noivos e se preparavam para o casamento, quando o pai da noivadescobriu que o rapaz era dado ao jogo.Decidiu se opor à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem quese dá ao vício do jogo, jamais seria um bom marido.Contudo, a jovem obstinada decidiu se casar, assim mesmo. E conseguiu,fazendo valer a sua vontade, vencendo a resistência do pai.Nos primeiros dias de vida conjugal, o rapaz se portou como um maridoideal. Entretanto, com o passar dos dias, sentia crescer em si cada vezmais o desejo de voltar à mesa de jogo.Certa noite, incapaz de resistir, retornou ao convívio de seus antigoscompanheiros.Em casa, a jovem tomou um bordado e ficou aguardando. Embora ocupada com otrabalho manual, tinha os olhos presos ao relógio. As horas pareciam passarcada vez mais lentas.Já era alta madrugada, quando o marido chegou. Nem disfarçou a suairritação, por surpreender a companheira ainda acordada. Logo imaginou queela o esperava para censurar a sua conduta.Quando ele a interrogou sobre o que fazia àquela hora ela, com ternura ebondade na voz, disse que estava tão envolvida com seu bordado, que nem sedera conta da hora avançada.Sem dar maior importância à ocorrência, ela se foi deitar.No dia seguinte, quando ele retornou ainda mais tarde da casa de jogos, aencontrou outra vez a esperá-lo."Outra vez acordada?", perguntou ele quase colérico."Não quis que fosse se deitar, sem que antes fizesse um lanche. Prepareitorradas, chá quentinho. Espero que você goste."E, sem perguntar ao marido onde estivera e o que fizera até aquela hora, aesposa o beijou carinhosamente e se recolheu ao leito.Na terceira noite, ela o esperou com um bolo delicioso, cuja receita lhefora ensinada pela vizinha.Antes mesmo que o marido dissesse qualquer coisa, ela se prendeu ao pescoçodele, abraçou-o e pediu que provasse da nova delícia.E assim, todas as madrugadas, a ocorrência se repetiu. O marido começou ase preocupar.Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa,que o esperava, pacientemente, como um anjo da paz.Começou a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo deindiferença e quase repulsa por tudo quanto o rodeava.O que ele tinha em casa era uma mulher que o esperava, toda madrugada, parao abraçar, dar carinho. E ele, ali, naquele lugar?Aos poucos, foi se tornando mais forte aquele incômodo. Finalmente, um dia,de olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro cenário, orapaz se levantou de repente da mesa de jogo.Como se cedesse a um impulso quase automático, retirou-se, para nunca maisvoltar.Nos dias de hoje, é bem comum os casais optarem por se separar, até pormotivos quase ingênuos.Poucas criaturas decidem lutar para harmonizar as diferenças, superar osproblemas, em nome do amor, a fim de que a relação matrimonial sesolidifique.Contudo, quando o amor se expressa, todo o panorama se modifica. É difícila alma que resista às expressões do amor. Porque o amor traz a mensagem daplenificação, do bem estar, da alegria.Desta forma, é sempre salutar investir no amor, expressando-o através degestos, pequenas atenções, gentilezas.O amor é o sentimento por excelência e tem a capacidade de transformarsituações e pessoas.Experimente-o agora.

domingo, 2 de março de 2008

Até quando?

O mar é imenso. As águas não são azuis, nem verdes. Parecem-me castanhas, aqui e ali espumas brancas.
As ondas são mansas e quase silenciosas.
Sobre as águas eu me deito e fico boiando, as ondas vão me levando de lá pra cá, de cá pra lá. Agora me levam para mais longe.
Para onde irei, pergunto-me sem preocupar-me com o meu destino.
Às vezes tenho o pressentimento que me levarão para um lugar estranho, nunca visto, mas lugar de paz e de tranquilidade.
Que lugar será este?
Uma casa de repouso, um convento, um céu?
Que coisa tão esquisita - não sei nadar, nem boiar e como é que as águas vão me levando assim à vontade e eu não afundo, não naufrago, não morro? Como será isso?
Talvez seja porque não afundei, não naufraguei e não morri quando o meu amor partiu.
Com certeza espero que as ondas me farão chegar sã e salva à Terra firme, onde a luz está sempre a brilhar, onde é sempre manhã. Onde ele me espera para o encontro final.
Sei que chegarei molhada pelas águas do mar, mas o seu abraço me aquecerá de imediato e ficaremos sob o eterno sol da manhã falando um ao outro da saudade que sentimos quando separados.
Sei que ele vai rir quando eu lhe disser que tenho no canal das lágrimas uma "bóia" que deixou de funcionar. Não suportou a força das lágrimas e se quebrou.
Hoje elas deslizam livremente pela minha face. Nem as sinto mais - tão leves e tão companheiras - não me deixam nunca.
Continuo boiando e até hoje não consegui entender como não afundo, não naufrago, não morro e também não chego à Terra firme.
Com certeza Deus ainda está indeciso a meu respeito - "quando a recolherei?"
Continuo a boiar.
Até quando?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Tudo aquilo que plantares, colherás

Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega! Ela também odiava a todos exceto seu namorado! Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com seu namorado. Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela!
Então seu namorado perguntou a ela:Agora que você pode ver, você se casa comigo?A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego!
Ela disse: Eu sinto muito,mas não posso me casar com você porque você é cego!
O namorado afastando-se dela em lágrimas disse:
Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos. Eles eram muito importantes pra mim!

Moral da História:
Nunca despreze quem ama você... Às vezes as pessoas fazem certos sacrificios e nós nem ligamos...
Mas lembre-se de que tudo aquilo que plantares, certamente colherás!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Eu quero

Eu quero ver mais um dia amanhecendo
Quero uma roseira branca,
coberta de flores sem saber porque.
Quero o mar azul lá longe aparecendo
e mais ainda, eu quero você.

Todos dizem que o dia nasce cada vez mais lindo,
que há milhares de roseiras pelo mundo afora
e que lá distante a gente ainda avista o mar...
Mas, repetem que você foi-se embora
que se foi embora pra não mais voltar...

Então não posso crer que o sol desponte como antigamente
e que o mar azul, agora inexistente,
possa ainda um dia reaparecer.
Creio somente que você partiu,
ficando agora tão longe de mim.
Creio que a vida duramente me feriu,
creio somente nesta dor sem fim.

(desconheço a autoria)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Um ano de saudade...

Homenagem ao nosso gato Caco, que a um ano partiu deste mundo e foi alegrar o céu com seu miau doce e sereno...



Gatos e Pelos (autora: Laura Barreto / fonte: http://nescritas.nletras.com/ngatos/)

Gatos por que tê-los ?
Porque amamos pelos.
Pelos na sala, e na salada
Pelos na roupa e no guarda roupa
No sofá, na cama, no travesseiro que de plumas passou a pelos,
No carpete, na mobilete.
Pelos no copo, na manteiga, na geladeira,
Pelos pelo fogão, no feijão, no sopão,
Pelos até na dentição.
Pelos no teclado, no telefone, na cabeceira, na penteadeira,
Pelos, pelos cabelos,Pelos no banheiro, na toalha, no pente, na escova de dente
No sapato, na bolsa, na mala de viagem... mas isso é muita sacanagem!
Pelos, pelos... por todos os lados... tê-los.
São pelos de amizade, de gratidão... pelos do medo e da emoção ,
Pelos que fazem perceber a razão.
Razão para tê-los.
Os pelos!
Ou pelo, os pelos, que, com razão, tanto queremos tê-los
Oh benditos pelos !
Que sem razão para não tê-los, tanto queremos.
E que, pelo simples fato de tantos amá-los e tão bem querê-los.
Que pelos... queremos tê-los.


terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Por que não vão defender as crianças com fome?

Este texto foi escrito por Francisco José Papi e reflete totalmente meu ponto de vista:

Por que não vão defender as crianças com fome?
Questão interessante.
Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.
1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo:
As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.
Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário, diria "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome". Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.
É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.
É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das Pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".

2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os"despossuídos". E sabe por que? Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras deretóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uísque no conforto de sua casa. Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês". Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado". Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".
Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as"crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.
Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.
Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.
Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.
Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua. Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.
Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior. Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.

3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).
O fato de uma Pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".
Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.
Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco. Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).

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Além de tudo que o autor falou, eu acrescento que o melhor em ajudar animais é que o amor deles é INCONDICIONAL. Eles não se importam com sua aparência, se você engordou ou emagreceu, se está bem arrumado ou não. Eles sempre vão te amar da maneira que vc é. O amor deles é infinitamente maior que o carinho, amor e dedicação que você dá a ele. Quanto mais vc se dedica e cuida dele, mais ele te ama e quer estar junto. Ele não enjoa de você como as pessoas fazem. O amor de um animal nunca "esfria"como o suposto amor das pessoas.

Por isso eu digo, se for escolher alguém ou uma causa a quem se dedicar, escolha os animais. Eles serão eternamente gratos a você e nunca te abandonarão. O amor deles será eternamente seu.